Braga Vigilante

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Um dia, vai ser bom viver em Braga

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Parque Radical para o bem e para o mal

Os praticantes de desportos radicais de Braga, à muito que reclamavam o já tardio aparecimento do primeiro parque radical a sério da cidade। O primeiro parque apareceu à uns anos, pelo esforço dos moradores, no fujacal, mas pela sua forma de construção nunca permitiu na realidade que lá se praticasse o que quer que seja. Esse parque nasceu torto e perigoso, com um só alf-pipe estreito e em cimento fazia tremer cada corajoso que lá se atrevesse a subir. Anos depois apareceu o parque radical da colina de maximinos, este fora construído com alguma lógica e apesar de pequeno e com poucos obstáculos já consegue chamar centenas de jovens para a prática dessas actividades. Até aqui tudo bem, e honra se faça ao bem feitor que o construiu o porque, porque já há muito que cidades mais pequenas deste país tem parques muito maiores e melhor equipados que o nosso. Mas mais vale este que nenhum.

Aquilo que não se percebe é como se faz um parque ainda por cima radical sem que exista um único vigilante para fazer cumprir as regras mínimas de segurança e expulsar os não praticantes que para lá vão assaltar as crianças que frequentam o parque. Não se compreende como não existe um telefone público com ligação ao 112, para que em caso de acidente o que normalmente em actividades destas acontece com frequência, alguém possa contactar uma ambulância. Se alguém prestasse o mínimo de atenção e perdesse uma hora de um sábado de tarde via que o andamento de alguns jovens já é de tal forma evoluído que no caso de queda irá provocar acidentes de grandes proporções.

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